quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Valores das revistas

ESTATÍSTICA CURIOSA (de 1939 a 1965)

Por intermédio das revistas de histórias em quadrinhos, podemos ver a inflação e sua rápida sucessão. Pegamos a primeira revista de histórias completas, a mensal, e viemos até nossos dias. Assim é que, em 1939 uma revista custava Cr$ 1,00 e hoje essa mesma revista custa Cr$ 200,00. Isto quer dizer que em 26 anos as revistas passaram a custar duzentas vezes mais caras. Vejamos:


ANO
1939 a 1940
1940 a 1946
1947 a 1950
1951 a 1953
1954
1955
1956 a 1957
1958
1959
1960
1960
1961
1962
1962
1963
1964
1964
1964
1964
1965
Cr$
1,00
1,50
2,00
3,00
4,00
5,00
6,00
8,00
10,00
12,00
15,00
20,00
30,00
40,00
50,00
70,00
100,00
120,00
150,00
200,00


Colocamos as 2 frações finais (00), na importância em dinheiro, pelo motivo de haver centavos em 1940 a 1946.

Além disso tudo tem outra coisa: dos anos 1939 a 1947 as revistas de histórias em quadrinhos apresentavam 100 páginas. Hoje apenas 36 páginas. Uma revista naquele tempo equivalia a 3 de nossos dias. Hoje 1 almanaque de 100 págs custa Cr$ 500 ou mais. (Pesquisa feita em 1965, por Edson Rontani, e divulgada na edição 1 de outubro daquele ano, no FICÇÃO, primeiro fanzine nacional sobre quadrinhos)

domingo, 30 de dezembro de 2012

No Planeta Mongo !!!



Flash Gordon foi para um planeta distante, de nome Mongo, onde combateria o mal em pleno anos de 1930, claro que a história seria passada num futuro distante ... Mas essa foi a premissa de Alex Raymond ao criar um dos personagens mais clássicos das HQs. Confira o blog que leva este título ... http://planetamongo.wordpress.com/


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Você sabia que gibi ... é coisa de gente grande ?!?!


Era uma vez uma criança que gostava de ler histórias em quadrinhos e sonhava em sobreviver escrevendo e desenhando suas aventuras. Assim como este personagem fictício, existem centenas de pessoas Brasil afora com o mesmo sonho. E, pela primeira vez, desponta no horizonte uma possibilidade real de se desenvolver um mercado sólido de HQs no país.

A luta pela valorização das HQs não começou hoje. Desde os anos 50 algumas associações já defendiam a criação de políticas públicas para o segmento como contrapartida para a enxurrada de publicações estrangeiras. Em 2006 um deputado do Piauí apresentou o Projeto de Lei 6.581 que estabelecia mecanismos de incentivo para produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais. Entre as diversas propostas, destacava-se a criação de programas específicos por parte de bancos e agências de fomento federais, como linhas de crédito para autores independentes e financiamento para abertura de pequenas editoras.

Gibi é coisa de gente grande ! E olhe que isso é plena verdade !!! Que o diga Kendi Sakamoto, autor do blog "Gibi Raro". Visite-o : http://www.gibiraro.com.br/curiosidades.asp

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O humor pacifista de Mordillo



O Estado de S. Paulo - 21/10/2012 - Ubiratan Brasil
Desenhista argentino festeja 80 anos com nova exposição e sua primeira animação de longa-metragem


Quando estava com apenas 5 anos, o argentino Guillermo Mordillo foi tomado por uma visão: ao assistir o clássico desenho Branca de Neve e os Sete Anões, de Walt Disney, descobriu que o mundo também podia ter cores mais belas e traços mais delicados. Foi o suficiente para decidir que carreira seguiria – hoje, aos 80 anos (completados em agosto), Mordillo é artista consagrado, autor de desenhos inconfundíveis e fôlego interminável, pois se prepara para realizar seu primeiro longa metragem. [...] A decisão de ser desenhista começou quando viu Branca de Neve no cinema? Sim, foi uma experiência inesquecível. Fiquei deslumbrado e comecei a desenhar. Logo comuniquei aos meus pais que seguiria aquela profissão. Era um moleque e eles não disseram nada. Acho que era algo tão fora de propósito que preferiram ficar em silêncio (risos). No início, eu só copiava o traço alheio e apenas depois de 13 anos é que sedimentei meu próprio estilo.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Lançamento do livro a História da Caricatura Brasileira


A obra História da Caricatura Brasileira, de autoria de Luciano Magno e editado por Lucio Muruci, examina a trajetória e a produção dos protagonistas da caricatura no Brasil desde o século XIX até a época contemporânea. Faz parte de uma coleção em vários volumes, que tem o objetivo de resgatar e revisar a história da caricatura brasileira, mapeando a nossa produção gráfica, dos primórdios até os dias de hoje, com registros e análises biográficas sobre a trajetória e a obra dos principais caricaturistas brasileiros. Revela artistas dessa área que não foram contemplados ou sequer citados nos estudos anteriores.

A História da Caricatura Brasileira refunda a caricatura no Brasil, estabelecendo novo marco inaugural e fundador dessa arte no país. Ao lado desse novo paradigma, esta obra também destaca a fundamental importância precursora de Manoel de Araújo Porto-Alegre, e revela novas produções de sua autoria e de inúmeros outros autores.
O surgimento da aventura da caricatura no Brasil, com a apresentação de centenas de maravilhosos artistas do século XIX, em noventa capítulos, 528 páginas, é o tema do primeiro volume dessa obra monumental que se apresenta agora ao público.

O projeto História da Caricatura Brasileira, patrocinado pela Petrobras e co-patrocinado pela Eletrobras e Suzano Papel, resgata mais de 300 célebres caricaturistas brasileiros, em vários volumes, constituindo a maior obra sobre a caricatura no Brasil, em grande formato e edição de luxo, sobre os nossos artistas desde o século XIX até o final do século XX.

O Lançamento Oficial do livro HISTÓRIA DA CARICATURA BRASILEIRA, com cobertura de Imprensa, está marcado para o dia 17 de Dezembro na Casa de Cultura Laura Alvim, Ipanema, RJ, as 19 horas. (das 19 as 22 horas)

e no Instituto Cervantes, na Avenida Paulista n. 2439 - Térreo, em São Paulo, no dia 18 de Dezembro de 2012, a partir das 18 horas (das 18 às 21:30 h).

O livro pode ser adquirido também pelo site www.historiadacaricatura.com.br, pelo e-mail do Editor da obra Lucio Muruci: lucio.muruci@ig.com.br, para aqueles sem tempo de prestigiar o lançamento.